Ser Especial
«Amor-
s.m.; substantivo abstrato; sentimento que induz a aproximar, a proteger ou
conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atração; grande afeição ou
afinidade forte por outra pessoa.»
Ora, a meu ver, o amor é um sentimento puro
que todos precisamos. Digamos que não poderá ser planeado, pois assim perderá
todo o seu valor.
Certamente, todos se interrogam pela descrição deste sentimento, mas será infinitamente indescritível. Todos temos a nossa maneira de o viver e de o sentir, todos temos e procurámos a nossa alma gémea, o inexplicável “pedaço” que nos preenche totalmente.
Feliz de quem tem a sorte de o saber sentir, feliz de quem é “doente” do coração.
Podemos ser arrebatados por tal sensação, a qualquer altura, que nos proporciona tal sorriso e bem-estar que tememos deixar de amar e de ser amado.
É o encontrar a nossa alma numa outra pessoa, independentemente do seu estatuto social, idade, sexo, etnia, … É o sentir, o cuidar, o respeitar, o compreender e, mais do que ouvir, escutar. Assim será o único modo de manter junto a nós quem nos ama e nos quer bem.
Pobres são aqueles que desistem do amor, pobres são aqueles que deixam de acreditar na possibilidade de serem ou voltarem a ser felizes devido a este sentimento puro, quando sentido com o coração.
Quando é mútuo, forte e verdadeiro, é algo sensacional, como se a melhor coisa de sempre, como se a outra pessoa considerada a metade de nós e do nosso coração, fosse a melhor companhia que pudéssemos ter, como se só estivéssemos seguros e protegidos perto do outro.
Basicamente, a nossa vida passa-se a definir à existência da nossa cara-metade, o nosso coração é da nossa cara-metade, o mundo pára quando partilhamos momentos com a nossa cara-metade.
É um explodir de boas sensações, de boas memórias, de bons momentos passados juntos.
Provavelmente, nada disto é correto, nada disto é verdade, até porque o amor não é composto apenas por sinónimos positivos e sentimentos agradáveis.
Nem o dicionário mostra a correta definição do amor. É complicado arranjar palavras para o descrever.
É difícil encontrar definição para a palavra ‘AMOR’ … talvez porque não haja!
Certamente, todos se interrogam pela descrição deste sentimento, mas será infinitamente indescritível. Todos temos a nossa maneira de o viver e de o sentir, todos temos e procurámos a nossa alma gémea, o inexplicável “pedaço” que nos preenche totalmente.
Feliz de quem tem a sorte de o saber sentir, feliz de quem é “doente” do coração.
Podemos ser arrebatados por tal sensação, a qualquer altura, que nos proporciona tal sorriso e bem-estar que tememos deixar de amar e de ser amado.
É o encontrar a nossa alma numa outra pessoa, independentemente do seu estatuto social, idade, sexo, etnia, … É o sentir, o cuidar, o respeitar, o compreender e, mais do que ouvir, escutar. Assim será o único modo de manter junto a nós quem nos ama e nos quer bem.
Pobres são aqueles que desistem do amor, pobres são aqueles que deixam de acreditar na possibilidade de serem ou voltarem a ser felizes devido a este sentimento puro, quando sentido com o coração.
Quando é mútuo, forte e verdadeiro, é algo sensacional, como se a melhor coisa de sempre, como se a outra pessoa considerada a metade de nós e do nosso coração, fosse a melhor companhia que pudéssemos ter, como se só estivéssemos seguros e protegidos perto do outro.
Basicamente, a nossa vida passa-se a definir à existência da nossa cara-metade, o nosso coração é da nossa cara-metade, o mundo pára quando partilhamos momentos com a nossa cara-metade.
É um explodir de boas sensações, de boas memórias, de bons momentos passados juntos.
Provavelmente, nada disto é correto, nada disto é verdade, até porque o amor não é composto apenas por sinónimos positivos e sentimentos agradáveis.
Nem o dicionário mostra a correta definição do amor. É complicado arranjar palavras para o descrever.
É difícil encontrar definição para a palavra ‘AMOR’ … talvez porque não haja!
Isabel Peixoto
nr. 4676 DCM1
nr. 4676 DCM1
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